ENCAMINHAMENTOS PARA CELEBRAÇÕES

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ENCAMINHAMENTOS PARA CELEBRAÇÕES FORANIA DE FORMIGA e CNBB – DIOCESE DE LUZ
Celebrações:
•Celebrar com margem de segurança conforme orientações da Secretaria de Saúde
•30% da capacidade da Igreja
A). ANTES DA MISSA E DEMAIS CELEBRAÇÕES (Orientações da CNBB)
•1. Na impossibilidade, por razões de saúde ou idade, de se cumprir presencialmente o preceito dominical, convida-se preferencialmente à leitura orante da Palavra de Deus e à Celebração da Palavra em casa, utilizando-se dos roteiros colocados à disposição para tal fim, como, por exemplo, o da “Celebração em Família”, proposto semanalmente pela Comissão de Liturgia da CNBB. Pode-se ainda acompanhar as celebrações pelas transmissões midiáticas das iniciativas paroquiais ou mesmo dos canais de TV católicos.
•2. Pede-se aos fiéis que estão ou se sentem doentes para não irem à Missa. Estes poderão receber a comunhão em suas casas recorrendo ao serviço dos ministros extraordinários da comunhão eucarística, seguindo o Ritual Romano (A Sagrada Comunhão e o Culto do Mistério Eucarístico fora da Missa, nn. 56- 67) e observadas as mesmas regras de higienização da Comunhão na Missa dominical.
•3. Convidam-se os fiéis pertencentes a grupos de risco a não frequentar a Missa dominical, optando a participar da Missa durante a semana, em que há menos fiéis.
•4. Sejam afixados em lugares visíveis cartazes orientando quanto às regras de higiene e de distanciamento.
•5. As comunidades devem organizar equipes de acolhida que auxiliem os fiéis no cumprimento das normas de proteção
•6. Nos horários previstos para as celebrações, as portas de entrada da igreja, claramente identificá-veis, deverão estar abertas para evitar que qualquer fiel tenha de tocar em puxadores ou maçanetas
.
•7. Sempre que possível, as portas de entrada sejam distintas das de saída e que haja indicadores de percursos de sentido único de modo a evitar que as pessoas se cruzem.
•8. Os fiéis devem higienizar as mãos à entrada da igreja com álcool em gel ou outro produto desinfetante. As pessoas a quem a comunidade cristã confiar esta tarefa porão à disposição frascos dis-pensadores com uma quantidade suficiente de produto desinfetante e verificarão que todos, sem ex-ceção, desinfetem as mãos.
•9. É obrigatório o uso de máscara, a qual só deverá ser retirada no momento da Comunhão eucarística.
•10. O acesso dos fiéis às Missas dominicais, às celebrações da Palavra e a outros atos de culto será limitado no número de participantes, de acordo com a dimensão da igreja e as regras aplicáveis, pe-las autoridades competentes, a todos os eventos em espaços fechados.
•11. Deve-se respeitar a distância mínima de segurança entre participantes – de modo que cada fiel disponha, só para si, de um espaço mínimo de 4m² – e garantir, com medidas adequadas, que as distâncias necessárias sejam respeitadas (por ex.: fechando-se o acesso a alguns bancos ou alter-nando as filas, afastando cadeiras; marcando os lugares com cores ou outros sinais). A regra do distanciamento não se aplica a pessoas da mesma família ou que vivam na mesma casa.
•12. Para evitar aglomeração de pessoas nas igrejas com maior afluência de fiéis sejam-lhes ofereci-das, na medida do possível, um maior número de celebrações, bem como a possibilidade de partici-parem da Celebração da Palavra de Deus, conforme as orientações no Documento 108 da CNBB, e da Celebração das horas do Ofício Divino.
•13. Onde e quando for possível seja dada preferência às celebrações campais, ao ar livre.
•14. Os recipientes de água benta junto às entradas da igreja devem estar vazios.
B) DURANTE A MISSA E DEMAIS CELEBRAÇÕES: (Orientações da CNBB)
•15. Os fiéis devem ocupar os lugares previstos, mantendo as distâncias estabelecidas, sob a supervisão das pessoas a quem a comunidade cristã confiar esta tarefa. Não se separam as famílias ou os que vivem na mesma casa.
•16. Os fiéis que sentirem algum mal-estar durante uma celebração devem sair imediatamente, acompanhadas pelas pessoas que a comunidade cristã tiver designado
.
•17. Além do presidente, a celebração pode acontecer com o número de ministros (ministros extraordinários da comunhão eucarística, acólitos/coroinhas...) adequado ao espaço existente no presbitério para que se cumpram as regras do distanciamento. Nas mesmas condições, podem também intervir um ou dois leitores que poderão estar situados na assembleia. Da mesma forma, recomenda-se que haja um número adequado de participantes no ministério do canto.
•18. Os leitores e cantores desinfetarão as mãos antes e depois de tocarem no ambão ou nos livros. Na proclamação do Evangelho, o ministro substituirá o beijo por uma inclinação profunda, omitindo o sinal da cruz sobre a página do texto sagrado. Não serão colocados à disposição folhas de cânticos, nem folhetos ou qualquer outro objeto ou papel.
•19. Durante a Apresentação das Oferendas, o recolhimento das ofertas ou do dízimo não será feito, mas será realizado à saída da igreja pela equipe responsável, seguindo indispensáveis critérios de segurança. Sobre o Altar, o corporal esteja aberto desde o início da celebração, para que o presidente, e somente ele, beije o altar no início e no final da celebração. Os concelebrantes / diácono farão apenas uma inclinação profunda.
•20. Os sacristões, ministros, acólitos e outros colaboradores da igreja, utilizando máscaras e luvas descartáveis, devem manusear e limpar os utensílios litúrgicos, e secá-los com toalhas de papel, não reutilizáveis.
•21. O sacerdote e o diácono, se estiver presente, desinfetarão as mãos antes da apresentação dos dons. Apenas o sacerdote e o diácono (não os acólitos) pegam nas oferendas e nos vasos sagrados.
•22. O cálice e a paterna deverão estar cobertos com a respectiva pala, apenas se destampando no momento em que o sacerdote presidente os toma nas suas mãos para a consagração; as ambulas de-vem ser mantidas tampadas. Importante buscar manter um mínimo distanciamento de segurança entre o presidente e as ofertas sobre o altar, evitando-se também pronunciar qualquer palavra sobre ou próximo das mesmas.
•23. O gesto de paz deve ser omitido.
•24. Na procissão para a Comunhão, os fiéis devem respeitar o distanciamento aconselhado. Se for o caso, as distâncias recomendadas deverão ser sinalizadas no pavimento da igreja. Sendo inevitável uma maior proximidade, os ministros que distribuem a comunhão usarão máscara e desinfetarão suas mãos antes e depois da distribuição.
•25. O diálogo individual da Comunhão («Corpo de Cristo». – «Amém. ») será realizado uma única vez por quem preside e de forma coletiva depois da resposta «Senhor, eu não sou digno…», distri-buindo-se, portanto, a Eucaristia em silêncio.
•26. No momento da Comunhão, observem-se as normas de segurança e de saúde, considerando o modo correto do manuseio das máscaras que serão momentaneamente retiradas para a comunhão.
•27. A Comunhão será distribuída exclusivamente nas mãos, devendo todos comungar na frente dos ministros. Quem preside, eventuais concelebrantes e diáconos comungam do cálice por intinção.
•28. No caso de o sacerdote celebrante ser mais idoso ou pertencer a algum grupo de risco, deve ser substituído, na distribuição da Comunhão, por algum diácono ou ministro extraordinário.
•29. As regras relativas à higiene e ao distanciamento entre participantes aplicam-se, de igual mo-do, às demais ações litúrgicas e aos outros atos de piedade.
C) DEPOIS DA MISSA E DEMAIS CELEBRAÇÕES: (Orientações da CNBB)
•30. Os fiéis devem ser orientados a deixar a igreja, segundo uma ordem fixada em cada comunidade cristã no respeito pelas regras de distanciamento, e a não se aglomerarem diante da igreja. As primeiras pessoas a sair devem ser as que estão mais próximas da porta de saída, evitando, desta forma, que as pessoas se cruzem.
•31. Após a Missa, proceda-se ao arejamento da igreja durante pelo menos 30 minutos, e os pontos de contato (vasos sagrados, livros litúrgicos, objetos, bancos, puxadores e maçanetas das portas, instalações sanitárias) devem ser cuidadosamente desinfetados.
Outros Cuidados necessários.
Disponibilizar álcool e gel na entrada da Igreja,
Na hora de ir comungar não é necessário,
Somente os ministros que irão distribuir a comunhão deves higienizar suas mão;
Higienizar os bancos da Igreja após cada missa,
As postas e janelas devem estar abertas, favorecer uma boa circulação do ar no ambiente Disponibiliza mais horários de celebração na igreja e/ou comunidades,
Nas missas, a coleta (ofertas) e Dízimos Recolher nas portas da Igreja, ao final da celebração
Os Cantos na Celebração da Missa ou celebração da Palavra:
Canto de Entrada
Canto de Aclamação ao Evangelho
Canto do Salmo
Canto do ofertório
Canto da Comunhão
Canto final
Os Batizados:
Oferecer encontro de pais e Padrinhos com margem de segurança, 30% da capacidade do ambiente
Outra alternativa, é dispensar os pais e padrinho de fazer o encontro de pais e padrinhos
Celebração do batizado na Paróquia São Judas é agendado um por do-mingo
D) OUTRAS CELEBRAÇÕES E ATIVIDADES PASTORAIS: (orientações da CNBB)
•32. Todas as celebrações e atividades pastorais, quando realizadas ainda em contexto de epi-demia devem observar as seguintes orientações e estão condicionadas ao escrupuloso cumpri-mento das normas de higiene, distanciamento e outras formas de proteção (uso de máscara e de luvas) que as autoridades de saúde prescreverem.
•1. Batismo de crianças
•33. Para o Sinal-da-cruz, nos ritos de acolhida, o ministro traça uma cruz diante de cada batizando, sem contato físico; os pais, mas não os padrinhos (a não ser que também eles coabitem com a criança a ser batizada) farão o sinal da cruz na fronte do filho.
•34. Para a Unção pré-batismal o ministro dirá a fórmula prevista e ungirá como estabelecido no Ritual o peito da criança utilizando-se de um pouco de algodão embebido no óleo dos Catecúmenos para cada criança, tendo o cuidado de não tocar diretamente na criança. Havendo contato, o ministro procederá a higienização dos dedos antes de fazer a unção de outra criança. Após a celebração, o algodão utilizado nas unções será incinerado.
•35. Em cada celebração do Batismo, proceda-se a nova bênção de água limpa. Na administração da água batismal, haja o cuidado de que a água derramada no ato do batismo não seja reutilizada para nenhum outro fim ou batismo. O ministro poderá, no entanto, usar para to-dos os batismos a mesma concha, previamente higienizada, desde que não ocorra contato físico com a criança.
•36. Em relação à Unção pós-batismal, omite-se a unção, mas se diz a oração própria (Ritual do Batismo de Crianças, 210).
•37. O rito opcional da Entrega do sal seja omitido. O rito do Éfeta poderá ser mantido; nesse caso, o ministro estenderá a mão direita na direção dos eleitos, sem contato físico, e pronunci-ará a fórmula prevista (Ritual do Batismo de Crianças, n. 159).
•38. Nenhum dos demais ritos da Liturgia do Batismo supõe qualquer contato físico a não ser dos pais com a criança que é batizada.
•39. Com estes procedimentos, pode ser autorizada a celebração de Batismos quer de uma só cri-ança, quer de várias, respeitando-se as orientações em relação à ocupação do espaço e às nor-mas de higiene e distanciamento iguais às previstas para a celebração da Missa dominical.
Os Casamento:
Oferecer os horários para abençoar os casamentos, obedecendo a mar-gem de segurança, que é 30% da capacidade da Igreja.
A Comunhão para os doentes em casa:
Verificar a aceitação da família do doente ou pessoas incapacitada de sair de casa;
Utilizar um rito breve;
O Ministro Extraordinário da Santa Comunhão, ao levar a comunhão, deve usar máscara, higienizar as mão antes de cada comunhão a ser entregue.
Formiga, 01 de junho de 2020